Tem gente que procura um voluntariado. E tem gente que encontra um lugar para pertencer! Foi assim com Eliete Beatriz Diehl. Depois de mais de 20 anos ajudando em diferentes causas.

Depois da aposentadoria e de uma pausa forçada pela pandemia, Eliete, sentiu que era hora de recomeçar. Ela só não imaginava que essa decisão a levaria até a Domus e muito menos que, ao chegar, diria para si mesma uma frase que resume tudo:

"É aqui, que eu quero estar!"

Essa é a história de como uma escolha muda a rotina! A decisão de doar algumas horas da semana se transformou em propósito e sensação de pertencimento. Em suas palavras, "é o melhor remédio que existe"!

 
Uma pausa

Antes da Domus, Eliete já vivia o voluntariado como parte da sua rotina. Trabalhava havia anos em outra frente, mas a pandemia interrompeu tudo e ela precisou parar.

Veio a aposentadoria, e com ela, o descanso, mas também, um desconforto! A sensação de estar sem um propósito no dia a dia foi retirando o colorido da vida.

Sua filha, que trabalha na área da saúde, percebeu que algo precisava mudar.

"Mãe, tu tá precisando fazer alguma coisa diferente", disse ela. E foi esse empurrão gentil, somado ao apoio dos Parceiros Voluntários, que trouxe Eliete até a porta da Domus.

O primeiro dia

Eliete, começou atuando na triagem de materiais plásticos, uma atividade que, segundo ela, tem um efeito quase inesperado: acalma!

Separar, organizar, dar destino certo a cada item. Um trabalho que num primeiro momento, pode parecer apenas manual e repetitivo, mas, que na verdade é terapêutico.

Não foi coincidência. Como ela mesma ouviu de outras voluntárias da mesma função, a triagem costuma ser descrita como um momento de relaxamento, um contraponto silencioso para dias corridos.

Voluntariado é compromisso

Se tem um ponto em que Eliete não abre mão, é este:

[...] voluntariado não é ir quando dá vontade!

Para ela, a diferença entre "ajudar de vez em quando" e "ser voluntária de verdade" está no compromisso assumido:

  • Doar tempo é uma decisão, não um humor do dia;
  • A regularidade é o que permite à instituição contar com aquela pessoa;
  • Esse mesmo valor ela levou para dentro de casa, ensinando a própria filha a se comprometer com o que assume.

Esse tipo de constância, de voluntárias e voluntários que aparecem toda semana, que sustentam o funcionamento diário de um lugar como a Domus.

O que mais importa

Ao longo da conversa, Eliete faz questão de lembrar de algo que muita gente não sabe: a Domus não recebe apoio governamental.

Isso significa que cada atendimento, de exames até medicamentos, depende diretamente da rede de apoio construída ao redor da instituição. Água, luz, telefone, equipe, tudo tem custo.

Foi justamente ao descobrir essa realidade que Eliete teve ainda mais certeza de que aquele era o seu lugar:

Foi nesse momento que eu tive certeza de que aqui era o lugar, era aqui que eu deveria ficar.

Ela descreve o ambiente como um espaço onde tudo é batalhado e onde, ainda assim, sobra leveza que é sentida na hora do cafezinho, nas conversas e risadas. Esses são bastidores feitos de gente que trabalha duro, sem perder o bom humor.

Quando a causa se torna pessoal

Antes de conhecer a Domus, Eliete, já havia acompanhado a trajetória de uma amiga cuja neta enfrentou a doença ainda no início da vida.

Sem entrar em detalhes, ela fala sobre o efeito que essa proximidade teve em sua vida, tornado-se um motivo a mais para agir em benefício das crianças e suas famílias.

Quem ajuda, também é ajudado

Perguntada sobre o que o voluntariado significa hoje na sua vida, Eliete resume com uma ideia poderosa:

"A gente vai para ajudar o outro, mas quem acaba sendo ajudado somos nós, voluntários."

Para ela, esse é o segredo pouco falado do voluntariado: o bem que se faz, volta e não como recompensa calculada, mas como consequência natural de colocar as mãos em algo maior do que a própria rotina.

Ela reforça, que encontrou ali um sentimento muito próximo de uma terapia, sem custo, sem receita, sem efeitos colaterais:

"É tão bom, que de repente, tu nem vai precisar tomar antidepressivo. Eu acho que o melhor remédio que tem é fazer voluntariado!"

O convite de quem já viveu a transformação

Eliete não guarda essa descoberta só para si. Quando pensa em quem tem tempo sobrando e não sabe o que fazer com ele, a mensagem é direta:

Comece agora! Nunca é tarde para começar e o retorno é quase imediato, você sente um bem-estar muito grande!

 
Você pode ser essa "mãozinha" que estava faltando!

A Domus não tem apoio governamental. Isso quer dizer que cada exame, cada tratamento, cada conta paga só acontece porque existem pessoas como Eliete, dispostas a doar tempo, atenção ou recursos.

Não é preciso esperar o momento perfeito. Como ela mesma descobriu, às vezes o momento certo é simplesmente hoje.

Quer fazer parte dessa rede de apoio? Entre em contato com a Domus e descubra como sua ajuda, seja com tempo ou, seja com doação, pode se transformar em tratamento e esperança para crianças e adolescentes em tratamento oncológico.

Na Domus o compromisso é com a vida e sempre há uma forma de fazer parte.

➡️ Quer ser voluntário ou apoiar a Domus?

Entre em contato com a Domus e descubra como contribuir com seu tempo, seus talentos ou suas doações.

☎️ Telefone: (54) 3221-0849
📲 WhatsApp: (54) 99264-2147

Sua ajuda, do tamanho que for possível, pode se transformar em acolhimento, cuidado e esperança para quem mais precisa.

Fonte: Eliete Dhiel

Galeria de Imagens

Compartilhe:
Fale Conosco
Superliga Domus

Quanto mais cedo o diagnóstico, mais alta a chance de cura.

Doe Agora